O grupo Locômbia Teatro de Andanzas apresenta -se neste sábado, 6, na Praça das Águas. As encenações de O Mágico e a Marionete são gratuitas e abertas a públicos de todas as idades. O novo trabalho dos atores recebeu a Bolsa de Incentivo a Números Circenses, oferecida pelo Ministério da Cultura e a Funarte em parceria com a Fundação Athos Bulcão.
A primeira apresentação desta semana foi na escola municipal Arco Iris (rua L-12, nº 53, Paraviana) nesta sexta-feira, às 10h30. Às 16h, o grupo esteve na escola estadual Maria dos Prazeres Mota. No sábado, às 20h, o Locômbia atuará na Praça das Águas.
O Mágico e a Marionete será encenado 10 vezes em dezembro, uma delas na comunidade indígena Canuani, município do Cantá. Com uma linguagem lúdica, a peça aborda o tempo em que famílias de saltimbancos iam de praça em praça levando diversão ao povo. O elenco é formado por Jorge Orlando Moreno, Beatriz Brooks, Thiago Farias e Shanti Ram (filho de Orlando e Beatriz).
A peça
Em um triciclo-circo chegam o Mágico, o aprendiz de Mágico, o Pierrô e o palhaço Augusto, apresentando seus números de acrobacia, fitas, malabares, mágicas e corda. Também aparece uma marionete viva que, dançando, fica apaixonado por uma moça da platéia e tenta liberar-se para escapar do circo. Além da bolsa da Funarte, a peça é apoiada pelo jornal Roraima Hoje, Federação de Teatro de Roraima e o restaurante Marina meu caso.
Programação
Na próxima semana o grupo estará na comunidade Canuani, (dia 10, às 10h30), escola Vitória Mota Cruz (dia 11, às 10h30), bairro União (dia 12, às 20h), escola municipal Edsonina de Barros Vila (dia 13, às 10h30), praça Mané Garrincha (13, às 20h) e bairro Raiar do Sol (dia 14, às 10h30).
Nos dias 28, 29 e 30/11 a Cia. do Lavrado esteve presente no Centro de Teatro do Oprimido, no Rio de Janeiro. Os atores Marcelo Perez e Renildo Araújo participaram do Módulo I da oficina que é ministrada pelos Curingas do CTO-RIO. Foram três dias de experimentações, vivências e muitas trocas riquíssimas para o teatro de Roraima.
O formato da oficina proporcionou aos atores da Cia. do Lavrado participarem do processo de montagem de uma cena de Teatro Fórum, uma das técnicas do Teatro do Oprimido, em que o público diante de um conflito real tem a oportunidade de sugerir alternativas para a resolução do conflito. O espect-ator, como eles chamam, sai da condição de platéia e passa a experimentar em cena o que mais tarde pode ser utilizado na vida real.
A Cia. do Lavrado desde 2006 experimenta as técnicas criadas pelo teatrólogo Augusto Boal, criador do teatro do Oprimido, no seu trabalho de prevenção às DST/HIV/AIds. O espetáculo Quem disse que a decisão deve ser dele? é baseado nesta metodologia. Este espetáculo já foi apresentado nas penitenciárias masculina e feminina, postos de saúde, instituições de ensino, abrigos, projetos sociais da prefeitura de Boa Vista, maternidade, hospitais, Faculdades, na UFRR e pelas ruas e praças de Boa Vista.
A idéia da Cia. do Lavrado é desenvolver cada vez mais esta linguagem dentro do seu trabalho de prevenção, por isso a ida de dois integrantes para a oficina do CTO-RIO. Sabemos das dificuldades encontradas no que diz respeito a capacitação na área de teatro em Boa Vista e acreditamos ser de extrema importância e urgência a participação de integrantes de grupos de teatro em oficinas fora do estado de Roraima.
CTO - RIO / TEATRO DO OPRIMIDO Tel: 021 2232 - 5826
Este final de semana (14, 15 e 16/11) em São Paulo foi muito rico em vários aspectos. Desde o início da semana passada estava acontecendo a 3ª Mostra de Teatro de Rua de São Paulo. Quanta experiência bacana eu pude presenciar. Os caras conseguiram reunir através da internet, do grupo de discussão, uns 100 artistas de teatro de rua. O circo também tava presente. Como em toda Mostra ou Festival, sempre tem alguma atividade extra. E a reunião da Rede Brasileira de Teatro de Rua – RBTR aconteceu nos três últimos dias da Mostra. Os grupos que participavam da Mostra se juntaram a nós e ficou muita gente discutindo política cultural e teatro de rua.
Fiquei muito impressionado com o poder de articulação da Rede que faço parte hoje. A RBTR tem uma existência recente e conseguiu reunir em São Paulo articuladores de 18 estados da federação pra discutirem teatro de rua. Que fique claro, ninguém tava representando nenhum estado. Eles criaram uma dinâmica de funcionamento bem legal. A RBTR não tem hierarquia. É uma rede que funciona de baixo pra cima, de dentro pra fora, todo mundo diverge, mas conseguem priorizar o teatro de rua.
Na sexta teve a abertura, no qual todos os articuladores dos estados, isso mesmo, o termo usado é este. Qualquer pessoa de qualquer estado pode ser um articulador da rede, é só ir à reunião e entrar na rede virtual de discussão. Não existem representantes. Durante as apresentações pude perceber que a realidade dos outros estados não é muito diferente da realidade do estado de Roraima. A dimensão é que é outra. Quanta vivência interessante. Até mesmo as dúvidas são muito parecidas.
No final da manhã do sábado recebemos uma ilustre visita. O Amir Hadad, do Grupo Tá Na Rua/RJ. O cara simplesmente foi ovacionado. Todo mundo de pé, aplaudindo o mestre do teatro de rua no Brasil. Ele entrou e sentou-se. Depois de um momento de silêncio ele começou a falar. Disse que quando tava no elevador pensava que se ele entrasse ali dentro e não fosse aplaudido seria uma merda. Afinal de contas, ele sabia que era uma figura importante. Dedicou a vida ao teatro de rua. Sua saúde não estava nada legal. Mas ele fez questão de estar ali. O coração dele tá com uma bandeira de trégua, a pressão alta e mesmo assim ele disse isso tudo. Os artistas se emocionaram com a sua fala e o Amir também, é claro. Foi um momento bem legal. Como um ritual.
O Amir falou muita coisa, com um discurso extremamente político. Muito forte mesmo. Fez um alerta de que o mundo tá ruindo. Que desde o 11 de Setembro que o mundo começou a despencar e com isso, o teatro de rua tem um papel contemporâneo nessa sociedade em processo de implosão devido ao sistema capitalista. O teatro de rua tá mais vivo do que nunca. Acredito que essa rede, que apesar de nova, já se mostra muito mais articulada do que as outras redes. Até mesmo do teatro. Um discurso libertador.
Na parte da tarde continuou o mesmo esquema de apresentações. No domingo, discutimos propostas para serem entregues na parte da tarde pro representante do MINC. A presença do cara do MINC foi fundamental pra que a articulação evoluísse. A urgência por mudança fez com que os artistas encontrassem rápidas decisões. E todas bem discutidas, articuladas dentro do grupão. O cara veio à reunião no intuito de discutir o Plano Nacional de Cultura, mas acabou que levou um monte de reivindicações pertinentes aos anseios da rede. As questões ditas de governo foram resolvidas com tranqüilidade e sabedoria. A Rede Brasileira de Teatro de Rua tá sabendo muito bem o que deseja. Então, não foi difícil.
Conseguimos terminar o dia com uma carta direcionada ao MINC, que foi feita ali, na hora. Uma comissão muito competente composta por artistas de vários estados se reuniram e integraram as idéias que foram discutidas e sugeridas na reunião. Foi show de bola.
Além da política cultural discutimos também o fazer. E foi muito importante. Uma troca valiosa de experiências com teatro de rua em diversos estados do Brasil. Um encontro organizado, com uma equipe responsável e pilhada pra que tudo corresse bem. Não faltou nada. Até festa teve. É, porque confraternização era a todo momento. A cada almoço, café da manhã, durante a cerveja do boteco, estávamos sempre discutindo teatro de rua, nos articulando bastante e nos conhecendo. Não estávamos ali para perdermos tempo.
É preciso urgência, a Rede Brasileira de Teatro de Rua veio pra ficar e fazer a diferença. Foi muito bom saber que existe muita gente fazendo teatro de rua no país. Que os próximos encontros sejam melhores ainda. E que tenha sempre esse espírito inclusivo que eu senti nesse encontro.
Na sexta passada (31/10) foi o encerramento do YAMIX, evento promovido pelas Universidades Estadual e Federal, Faculdades Cathedral e Atual e o CEFET. Foi uma mostra de expressões artísticas. A Cia. do Lavrado foi a vencedora da Mostra competitiva de Teatro, com o espetáculo Homens, Santos e Desertores, de Mário Bortolotto. A banda SOMERO venceu a categoria música, a artista plástica Roberta foi a vencedora das artes plásticas, o poeta Aírton Vieira o vencedor da categoria literatura. Ainda teve homenagem para a melhor atriz, e quem ganhou foi a atriz que fez a personagem Severina e melhor intérprete para uma menina muito talentosa e que me deixou de queixo caído, mas infelizmente não lembro seu nome. A banda dela se chama Por Acaso e arrebentou. O guitarrista é fera e a batera, Rosita, mandou muito.
O YAMIX foi um evento de grande relevância, pois tinha o propósito de discutir a possibilidade de implantação de um curso de artes em Roraima. Sabemos que outras forças nos conduzem à outra direção, mas pelo menos houve mais uma discussão.
A Cia. do Lavrado está em cartaz na cidade com o espetáculo Homens, Santos e Desertores. Quem não assistiu, compareça no próximo sábado. O serviço tá aí embaixo.
HOMENS, SANTOS E DESERTORES
DIA: 08/11 SÁBADO, às 20h.
LOCAL: Centro de Cidadania Nós Existimos Rua Floriano Peixoto, 402 - Centro BOA VISTA / RR Em frente à Orla Taumanan, ao lado da Escola São José.
Texto: Mário Bortolotto Direção: Graziela Camilo Elenco: Marcelo Perez e Renato Barbosa Música: Gilson Larialp Desenho de luz: Renato Barbosa Operador de luz: Ivan Andrade
A turma do Locômbia Teatro de Andanzas chegou há três anos em Boa Vista, bebeu água do Rio Branco e decidiu fincar raízes na terra de Macunaima. Recentemente agraciados pelo Ministério da Cultura com verbas do projeto Carequinha de Incentivo ao Circo, Orlando Moreno e Beatriz Brooks preparam um novo espetáculo com temática circense. O grupo é filiado à Federação de Teatro de Roraima, coletivo de atores formado em janeiro de 2007 com a participação de seis companhias teatrais. Nesta entrevista, feito por e-mail, Orlando fala um pouco sobre o espetáculo, a vida em Boa Vista e o trabalho de ator.
O Locômbia está preparando um novo espetáculo com patrocínio da Funarte. Qual será a temática da peça e quando pretendem estrear?
Orlando Moreno - Preparamos O mágico e a marionete, quadro curto de circo com técnicas de pernas-de-pau, teatro não verbal, mímica acrobacia e mágica, para espaços não convencionais. É a historia de um mágico gigante com um triciclo que chega numa cidade carregado de muitas surpresas, entre elas una marionete que dança e se mexe com alegria. Estamos retomando as historias dos circos mambembes.
Este espetáculo terá apresentações somente em Boa Vista ou há intenção de rodar pelo Interior?
Orlando Moreno - Pretendemos estrear na primeira quinzena de dezembro, em diferentes lugares de Boa Vista, com muitos desejos de apresentar também no Interior, se chegamos a ter possibilidades.
O grupo Locômbia é praticamente uma companhia familiar, formada por você, sua esposa, a atriz Beatriz Brooks, e o seu filho. Qual é a melhor e mais complicada parte de trabalhar parentes tão próximos?
Orlando Moreno - Para esta montagem, convidamos o ator dançarino Thiago Farias para o papel de marionete. Ou seja, estamos abrindo espaço para mais colaboradores. Nós viajamos juntos há mais de 20 anos fazendo exclusivamente teatro. As energias são canalizadas para este fim, com a vantagem de existir o amor entre nós. Há sete anos chegou Shanti Sai, nosso filho, para nos acompanhar e questionar nesta arte-vida.
Como surgiu o Locômbia?
Orlando Moreno - Locômbia surgiu no ano de 1981 (em Barranquilla, Colômbia) entre poetas, escritores, fotógrafos, músicos e mímicos, com o tempo só ficaram os mímicos, que continuaram a tradição de criar nossa própria dramaturgia inspirados nas realidades das culturas que visitamos....
Quando vocês vieram parar em Boa Vista?
Orlando Moreno - Chegamos há três anos, vindos de Campinas, São Paulo, depois de atravessar o pais de sul a norte em procura de uma cidade tranqüila e imaginada, fugindo das metrópoles e selvas de cimento
A receptividade do público da cidade tem sido boa?
Orlando Moreno – Sim, é um povo ávido de cultura, com necessidades muito grandes de ver novas técnicas e nova cultura. É mentira que aqui não tem cultura. Tem e muita que ainda não tenha sido reconhecida,
nós queremos lutar por isto, sentimos que somos parte da
Amazônia.
Qual foi o melhor momento da história do Locômbia em Boa Vista?
Orlando Moreno - Ate agora ter ganho o edital da Funarte, porque sentimos que começamos a ser reconhecidos como trabalhadores da cultura aqui em Boa Vista.
E o pior?
Orlando Moreno - Diferenças filosóficas com pessoas da mesma área
Quais outros planos o grupo tem para os próximos meses?
Orlando Moreno - Continuar nosso movimento vida-arte, criando novas peças, procurar por um espaço próprio para abrir nossa escola-laboratório do Projeto Norte, como também compartilhar nossa arte-vida com toda pessoa que quiser. A cultura é um direito que as pessoas têm que exigir!
Para ver o repertório atual do Grupo, navega aqui.
O Sesc Roraima realiza 21 a 27 de setembro a IV Mostra Sesc de Artes: cultura de todos os povos, que vai reunir durante uma semana todas as manifestações culturais num só lugar: o novo Centro Cultural Sesc, no Centro de Atividades Sesc, no bairro Mecejana. Os grupos da Federação de Teatro de Roraima participam de mais esta promoção destinada a valorizar a cultura de nosso Estado. Afinal, onde tem cultura, pode espichar o olho que a Fetearr estará presente.
Veja a programação relativa ao teatro:
22/09 – Segunda-feira
21h - O Poeta e a Musa - esse louco processo de criação, com Criart Grupo Teatral e Gean Queiroz (RR)
Local: Teatro Sesc
Ingressos: R$ 4 e R$ 2
Dias 22 e 23 de setembro– Segunda e terça
Oficina de Maquiagem Teatral A Cara do Melodrama no Circo-Teatro, com A Turma do Biribinha, do Projeto Palco Giratório
Horário: 15h às 19h
Local: Salão Multicultural
Público: Pessoas que trabalham com teatro
25 participantes
Dia 23/09 – Terça-feira
Pensamento Giratório, com o Grupo de Teatro A Turma do Biribinha
Horário: 18h
Local: Salão Multicultural
A Arte do Mamulengo, com a arte educadora Ana Maria D’Elia
Horário: 14h às 18h
Local: Galeria de Artes
Público: de 07 a 14 anos
20 participantes
19h30 - Qualquer gato vira-lata tem uma vida sexual melhor que a nossa, com o Grupo Arteatro (RR)
Local: Teatro Sesc
Ingressos: R$ 4 e R$ 2
24/09 – Quarta-feira
19h30 – “O Reencontro de Palhaços na Rua é a Alegria do Sol com a Lua”, com a Cia Teatral A Turma do Biribinha (AL), do Projeto Palco Giratório
Local: Circo
21h – “Homens, Santos e Desertores”, com a Cia do Lavrado (RR)
Local: Teatro Sesc
Ingressos: R$ 4 e R$ 2
Intervenção
12h – “Qualquer Gato Vira Lata tem uma vida sexual melhor do que a nossa”, com o Grupo Arteatro (RR)
Local:Terminal de Ônibus do Centro
25/09 – Quinta-feira
19h30 – “O Reencontro de Palhaços na Rua é a Alegria do Sol com a Lua” com a Cia Teatral A Turma do Biribinha (AL), do Projeto Palco Giratório
Local: Teatro Sesc.
21h – “A menina e o Palhaço”, com Dinho e Marília (AC), do Circuito Amazônia das Artes
Local: Teatro Sesc.
Dia 26/09 – Sexta-feira
Oficina de Teatro Infantil, com Criart Grupo Teatral
Horário: 08 às 12h
Local: Sala da Melhor Idade
Público: de 7 a 14 anos
20 participantes
19h30 - “Odissi”, com o grupo Locombia (RR)
Local: Teatro Sesc
Ingressos: R$ 4 e R$ 2
Intervenção
10h – “Homens, Santos e Desertores”, com a Cia do Lavrado (RR)
Local: Av. Jaime Brasil
Sábado, 27 de setembro
Intervenções
10h – “O Cavaleiro Perfumado”, com o Grupo Locombia (RR)
Local: Escola Municipal Nova Canaã
10h – A Bruxa ta Solta (RR)
Local: Feira do Passarão
10h – “As Beatas”, com o Grupo Malandro é o Gato (RR)
Local: Feira do Produtor
10h – “O Poeta e a Musa”, com o Grupo Criart (RR)
Local:Maternidade N. Sra. de Nazaré
No encerramento da mostra, no sábado, 27, acontece o Overdoze, com 12 horas seguidas de muita arte
Programação Overdoze
15h - Sessão de Cinema
16h15 às 17h - Escola Livre de Canto do SESC/ Orquestra do SESC
17h - Cia de Dança Márcia Mourão
18h - Espetáculo “A Margia do Circo”, com Léo Malabarista (RR)
18h - Sessão de Cinema
18h - Invernada Infantil (CTG)
18h15 - Raízes do Brasil
18h30 - Boi (Swing Nativo)
18h45 - Boi (Arara Azul)
19h - Cia de Dança Cristina Rocha
19h15 - Quadrilha (Aquajur)
19h30 - Ciranda do Thianguá
19h30 - Teatro Locômbia
19h45 - Quadrilha (Aquajur)
20h - Ciranda Resplendor
20h15 - Quadrilha (Aquajur)
20h15 - Invernada Juvenil (CTG)
20h30 - Ciranda Tradicional
20h45 - Quadrilha (Aquajur)
21h - Sessão de Cinema
21h - Cia do Lavrado- Teatro
21h - Show “Batida Brasileira”, com Andressa Nascimento
21h45 - Grupo Harmonia e Ritmo
00h - Sessão de Cinema
22h - Trib’us Mix, com os DJ’s Lázaro e Waguinho Drumond
22h30 - Criart – Teatro
23h15 - Professora de Dança Lidiane
00h – Arteatro
00h45 – Show musical, com Shirley Cantoria
01h30 – Show musical, com Jânio Tavares
E aí, tá de bom tamanho ou tá querendo mais? Em outubro, só para fazer o seu gosto, tem muito mais teatro em Roraima.
Orlando Moreno e Beatriz Brooks, atores do Locômbia Teatro de Andanças, deixaramm Roraima nesta sexta-feira para fazer uma viagem a Puerto La Cruz, no litoral da Venezuela, onde participam de 9 a 24 de agosto do Festival Internacional de Teatro Infantil. A dupla vai apresentar a peça o Cavaleiro Perfumado, mostrando aos venezuelanos um espetáculo com humor, técnicas circenses e muita poesia.
O Cavaleiro Perfumado é baseado numa história do imaginário brasileiro. Fala de um homem errante que atravessa rios e desertos busca de fortuna e amor. Depois de muitas aventuras, encontra e apaixona-se por Rosinha, com quem se casa, tem um filho e novamente encara aventuras numa saga pela Amazônia.
Nos últimos meses, o Locômbia tem apresentado a peça nas praças e parques de Boa Vista. Os espectadores costumam ficar fascinados pelos movimentos que Orlando Moreno, vestido com roupas multicoloridas, faz montado em pernas-de-pau.
Cavaleiro Perfumado: poesia e arte circense
O grupo é filiado à Federação de Teatro de Roraima, coletivo de atores formado em janeiro de 2007 com a participação de seis companhias teatrais. "O Locômbia nasceu em 1981, em Barranquilla (Colômbia) e está, ao longo destes anos, sempre em busca de novos caminhos na arte da mímica, no teatro em espaços não convencionais e na dança teatral", conta Beatriz Brooks.
Prêmio – Além do convite para apresentar-se na Venezuela, o Locômbia comemora a premiação que recebeu do Ministério da Cultura, que vai patrocinar a montagem da peça circense O Mágico da Marinette. "O patrocínio da Funarte, via projeto Carequinha de Incentivo ao Circo, permitirá que apresentemos um novo e bom espetáculo, ampliando as oportunidades de lazer cultural da comunidade boa-vistense", diz Orlando.
A Federação de Teatro de Roraima (Fetearr) promove neste domingo (3) a terceira edição neste ano do Banquete Teatral. A partir das 20h, quatro grupos vão apresentar esquetes na Orla Taumanan. Os espetáculos são gratuitos e abertos a todas as idades.
Neste final de semana, a Cia. do Lavrado encenará uma cena de Quem disse que a decisão deve ser dele, peça focada na prevenção às doenças sexualmente transmissíveis. O Locômbia Teatro de Andanzas apresentará o Cavaleiro Perfumado, misturando mímica e técnicas circenses. A turma do Arteatro ensaiou a comédia O Sermão, inspirada na história de Jesus Cristo e a hipótese de sua reencarnação em Boa Vista. O Criart Teatral preparou uma esquete também focada na comédia.
O Banquete Teatral é uma iniciativa bancada pelos grupos filiados à Fetearr. O propósito é levar a arte da dramaturgia a espaços públicos de grande movimentação e divulgar o trabalho realizado pelas companhias.
Outro objetivo do Banquete é fortalecer a Federação de Teatro de Roraima, que está aberta à entrada de novos grupos. O projeto Banquete Teatral foi iniciado em julho do ano passado, cinco meses após a criação da Fetearr.
Em 2008, o coletivo teatral já esteve nas praças do bairro Nova Cidade e no parque Germano Augusto Sampaio, onde foram assistidos por centenas de pessoas. O próximo Banquete será em São João da Baliza, região sul do Estado.
A Associação Cultural Artística Locômbia Teatro de Andanzas apresenta neste sábado (2) a peça Compassos em Silêncio, um espetáculo que mistura mímica e música, humor e drama. No desenrolar das cenas, os atores interagem com os espectadores e os tornam intérpretes do roteiro, quebrando barreiras e provocando risos na platéia.
A peça começa às 19h30, no Centro de Cidadania Nós Existimos, rua Floriano Peixoto, 402B, ao lado da escola São José. O ingresso custa R$ 10. O espetáculo é aberto a todas as idades.
"Esta peça foi inspirada nos encontros e desencontros da vida quotidiana, os quais enfrentamos de uma maneira poética, trágica e cômica", afirma o ator Orlando Moreno, que entra no palco juntamente com sua mulher, Beatriz Brooks.
"Através da mímica desenvolvemos um teatro sem palavras, utilizando uma linguagem gestual, com acrobacia, musica em vivo, mascaras e origami", diz Beatriz. A peça, acrescenta, quer estimular os espectadores a refletir sobre a conservação do planeta e sobre o cotidiano.
A peça é apoiada pelo jornal Roraima Hoje, Restaurante Marina meu Caso, Xertex, Fox Informática e Espaço Corpo e Mente.
Acima: Cora Rufino, Renato Barbosa e Francisco Alves em Porto Velho. Foto: Marcelo Perez
A Cia. do Lavrado ainda não fez uma reunião de avaliação do projeto A RETRETE OU A LATRINA, mas já deu pra perceber que o elenco ficou muito satisfeito com o resultado do trabalho. Coloco aqui a minha impressão, veja bem, a minha opinião do que vivenciei. Acredito que este espaço seja pra isso também.
Mesmo tendo sido um processo, às vezes doloroso, que de cara não foi compreendido por todos( algumas pessoas do elenco e artistas locais ), mas ao final foi percebido o êxito da escolha do texto, da proposta de encenação, do trabalho de interpretação dos atores, podemos dizer que sem dúvida nenhuma foi um dos melhores projetos da Cia. do Lavrado e pelo momento que a Cia. do Lavrado atravessa, os ganhos adquiridos, por que não dizer o melhor projeto?
Isso mesmo, este trabalho nos permitiu agregarmos quatro atores à Cia., que muito tem contribuído até hoje para o desenvolvimento da mesma, são eles: Renato Barbosa, Ivan Andrade, Sony Ferseck e Gilson Larialp (músico também). Tecnicamente fomos ousados pra caramba! Primeiro em terminar a trilogia de farsas, quando muitos não acreditavam na proposta, depois, utilizamos elementos que não dominamos, mas que mesmo assim insistimos em utilizá-los, exemplo disso foi a escolha de colocarmos todas as músicas ao vivo no espetáculo. Ninguém toca nada, com exceção do músico Larialp e muito menos cantamos alguma coisa, mas conseguimos segurar a onda e realizarmos o melhor possível. Ficou evidente a necessidade e o desejo de nos aprimorarmos mais. Sempre com mais precisão e qualidade. Foi preciso colocarmos a cara para bater. E como bateram nela. E a experiência em Porto Velho me mostrou que é só assim que vamos melhorar o teatro que fazemos, só assim é que vamos encontrar a nossa linguagem.
Tivemos um público em Roraima de + de 4.000 pessoas. Em 2006 com A FARSA DO ADVOGADO PATHELIN atingimos apenas 1.800 pessoas, ou seja, um dos objetivos do projeto foi atingido, o exercício da formação de platéia. Muitos que nos assitiram na periferia em 2006, retornaram em 2008, pois se dirigiram ao grupo e falaram isso pra gente. Somando com Porto Velho tivemos um público superior a 5.000 pessoas. O que é maravilhoso. Não houve uma praça que o espetáculo não tivesse ótima aceitação, que o público não correspondesse conosco. Como esse era o propósito, então acertamos na mosca.
O grotesco, o baixo corporal e a escatologia criticada na peça foi bem compreendida pelo público. A escolha da direção em trabalhar o brega neste contexto farsesco e que talvez algumas pessoas não tenham conseguido fazer essa ligação, podem ter dificultado a compreensão do todo. Quem não estava aberto à idéia, deixou que os preconceitos tomassem conta. Quem assistiu ao espetáculo com uma visão mais distanciada e de olho na realidade em que vivemos aproveitou bem.
A relação de espaço cênico, ator/ público, não foi trabalhada o suficiente. É necessário melhorarmos mais. Precisamos largar essa concepção de palco italiano quando estivermos nas ruas. Trabalhar mais o palco circular. A arena. O trabalho vocal da Cia. do Lavrado não apresentou falhas, a não ser na hora de cantarmos, precisamos de muitas aulas de canto. Mas o espetáculo trazia também uma proposta de brincar com a desafinação, com a incapacidade de cantarmos e jogarmos isso nos personagens, mas nem todos conseguiram assumir a proposta. O escracho não ficou evidente e sobrou apenas a desafinação mesmo. Percebi que a experiência de rua já vivenciada desde 2005 foi fundamental para que o público ouvisse com clareza todo o texto. Colocação de voz, impostação, clareza do texto nas ruas não é um problema para a Cia. do Lavrado. Hoje.
Conseguimos êxito também com relação à mídia, graças ao Jornal Roraima Hoje que bancou e banca a assessoria de imprensa, Edgar Borges, que não faltou em nenhum momento na divulgação deste trabalho. Além disso, conseguimos 10 apoiadores neste projeto, ou seja, o diálogo entre instituições, empresários e até o poder público em alguma esfera começa a ser realizado.
Com tudo isso, não posso deixar de dizer que A RETRETE OU A LATRINA contribuiu e muito para o desenvolvimento do teatro no estado. O que pudemos fazer, foi feito. Não nos omitimos em nenhum momento, principalmente repassando para todos as nossas impressões deste projeto. Muitas vezes em blogs ou agora no final pelo site da Cia. do Lavrado (http://www.ciadolavrado.com.br/).
É isso, fica aqui um agradecimento em especial à FETEARR - Federação de Teatro de Roraima que através dos grupos que a mantém e que são chatos pra caramba (incluo a Cia. do Lavrado) por não largarem de forma alguma a idéia de insistirem no teatro em Roraima. É isso. Acredito que fizemos a nossa parte.
O ator e produtor teatral Nonato Chacon assegurou que o município precisa ter uma política cultural definida onde a prioridade seja a participação de jovens em oficinas de línguas artísticas, como o teatro, dança, artes plásticas e música. “Hoje, o que existe é uma política de realização de grandes eventos como festas juninas e de final de ano, mas é necessário desenvolver as potencialidades artísticas da comunidade boa-vistense”, justificou.
Conforme ele, os grupos de teatro, por exemplo, têm vários espetáculos prontos, os músicos regionais várias composições, mas não existe uma política que viabilize a venda desses produtos ou espaços para a exposição efetiva desse trabalho. “Nós estamos sem teatro público e essa seria uma das principais necessidades atuais da classe, além da publicação de editais para projetos culturais, a exemplo do que é feito pelo Governo Federal e alguns governos municipais, como no Amazonas, que incentiva e fomenta novas produções”, salientou.
O vice-presidente da Federação de Teatro de Roraima, Márcio Sergino, disse que o primeiro passo é tirar os projetos dos papéis e colocar em prática. “Um dos principais problemas que enfrentamos é a falta da transferência de ações culturais de uma gestão para outra. Não existe um trabalho contínuo. Acredito que o gestor deva sentar e discutir com os artistas suas necessidades e para a viabilização de qualquer movimento esse trabalho deveria ser gerido pela própria classe”, indagou. (EPR)
A Federação de Teatro de Roraima (Fetearr) realiza neste sábado, das 8h às 12h, uma sessão de estudos de textos teatrais. Com a participação de representantes dos seis grupos filiados e aberto à participação da comunidade, o encontro será no Museu Integrado de Roraima, parque Anauá.
As sessões de estudos acontecem bimestralmente. Neste sábado, os grupos vão finalizar a discussão do texto O Método, do teatrólogo e ator russo Constantin Stanislavski.
Segundo Marcelo Perez, presidente da Fetearr, os estudos influenciam na formação dos integrantes dos grupos teatrais. “Dividimos capítulos dos textos entre as companhias e cada uma faz sua análise para apresentar ao coletivo. Depois disso fazemos uma discussão sobre o que cada um entendeu”, afirma Perez.
Os estudos servem para motivar os participantes a estudar, o que resulta no aperfeiçoamento de cada um como integrante de um grupo teatral. A Fetearr quer incentivar a participação de outras pessoas interessadas no teatro para diversificar o conteúdo das discussões e fortalecer a cena local do teatro.
A Associação Cultural Artística Locômbia Teatro de Andanças, filiada à Federação de Teatro de Roraima, apresenta neste sábado (12) o espetáculo ‘O Inspetor’, que combina elementos da ficção fatos reais. A peça começa às 19h30, na sede do Centro de Cidadania Nós Existimos, rua Floriano Peixoto, 402B, Centro. O ingresso custa R$ 10.
Com técnica de mímica, mágica, música ao vivo e a interação com a platéia, o grupo Locômbia promete um espetáculo com humor e lirismo.
A apresentação conta com o apoio do jornal Roraima Hoje, Associação Nós Existimos, Espaço Corpo e Mente e o restaurante Marina Meu Caso.
De 1º a 20 de agosto, os acadêmicos da UERR, Cefet, UFRR e Faculdades Atual e Cathedral podem inscrever-se na primeira edição do Yamix - Mostra Acadêmica de Expressões Artísticas do Meio Universitário de Roraima.
Veja o regulamento completo das Artes Cênicas:
1ª Mostra acadêmica de expressões artísticas universitárias de RR
Regulamento de teatro
1. Das disposições gerais
1.1. Este regulamento tem como finalidade estipular as regras gerais para a participação dos acadêmicos de cursos superiores do Estado de Roraima na 1ª Mostra cultural Universitária de Roraima na área de Teatro.
1.2. Considera-se acadêmico de Curso Superior aquele devidamente matriculado em uma das Instituições de Ensino Superior do Estado, envolvidas na organização dessa Mostra.
2. Da Inscrição
2.1. Serão aceitas todas as modalidades de teatro, acadêmicas ou populares.
2.2.. A apresentação poderá ser individual ou em grupo.
2.3. Não serão aceitos trabalhos inscritos sob pseudônimos.
2.4. Efetivada a inscrição, não poderão ser feitas correções ou alterações na proposta da obra a ser apresentada ou em qualquer documento.
2.5. O(s) ator(es) não poderá(ão) representar mais de uma instituição.
2.6. O(s) ator(es)menor(es) de idade deverá(ao) ser acompanhado(s) por um responsável ou uma procuração reconhecida em cartório pelos pais, autorizando o diretor ou coreógrafo a acompanhá-lo no concurso.
2.7. Cada grupo deve apontar um nome como diretor ou coordenador para ficar junto ao som, responsável pelo acompanhamento da sonoplastia.
2.8. Não será aceita troca de atores após a inscrição do grupo. Contudo, o grupo poderá se apresentar sem algum componente.
2.9. A temática é livre.
2.10. Quando da inscrição, os concorrentes deverão trazer vídeo da peça gravada em DVD, sendo ele etiquetado com os seguintes itens: nome da peça e nome do grupo ou ator.
2.11. Pelo menos 1 ator deve ser aluno de alguma instituição envolvida no projeto.
§ Todo material da inscrição deverá ser entregue em um envelope, indicando na capa: nome completo do candidato, instituição a que se vincula, categoria a que está concorrendo.
3. Documentação obrigatória
3.1. Ficha de inscrição devidamente preenchida;
3.2. Declaração de aluno regularmente matriculado em uma das instituições participantes;
3.3. Três cópias digitais da peça;
3.4. Em caso de atores menores, documento assinado pelos pais, autorizando o diretor ou coreógrafo a acompanharem os atores menores de idade (18 anos) durante o concurso.
4. Da comissão julgadora
A Comissão Especial de Seleção será constituída de três membros relacionados à área de dança, a ser designados pela comissão organizadora.
5. Critérios de seleção
5.1. Na análise dos trabalhos, serão avaliados os seguintes aspectos:
5.1.1. Qualidade artística, desenvoltura, expressão corporal e técnica dos atores;
5.1.2. Estrutura e composição da narrativa;
5.1.3. Figurino;
5.1.4. Cenário.
5.2. Da avaliação
5.2.1. Primeira etapa
5.2.1.1 Os projetos serão avaliados individualmente pelos três membros da Comissão, que atribuirão notas de um a dez pontos em cada quesito dos Critérios de Seleção.
5.2.1.2. Serão selecionados até 10 trabalhos com maior pontuação, na soma simples dos quesitos.
5.2.1.3. O júri reserva-se o direito de não atribuir alguma das colocações (1º, 2º ou 3º lugares), se considerarem que os trabalhos não possuem mérito suficiente para a sua atribuição.
5.2.2. Segunda etapa
5.2.2.1. Nessa etapa, será escolhido somente o melhor trabalho, não importando, por exemplo, o estilo.
5.2.2.2. Os critérios serão os mesmos da primeira etapa, bem como os jurados.
5.2.2.3. A segunda etapa será realizada durante a apresentação das peças.
6. Da premiação
6.1. A premiação será de 500 reais e troféu, somente para o primeiro colocado.
7.1 A comissão organizadora decidirá sobre as omissões deste regulamento.
7.2. Caberá aos membros do júri desclassificar qualquer inscrição de participante que não atenda a este regulamento.
7.3. Qualquer dúvida a respeito desse regulamento poderá ser suprida em quaisquer umas das Instituições participantes.
7.4. Todo participante da 1ª Mostra Cultural Universitária de Roraima declara, com o ato de sua inscrição, conhecer e concordar plenamente com este regulamento.
7.5. O participante que, de acordo unicamente com a comissão organizadora da 1ª Mostra Cultural Universitária de Roraima, infringir qualquer dispositivo deste regulamento será desclassificado.
7.6. É obrigatória a participação dos classificados em ensaio a ser realizado à tarde no dia da apresentação.
7.7 A organização da iluminação será única para todos os grupos participantes.
7.8. É de responsabilidade da Comissão Organizadora fornecer aparelhagem de som adequada à realização do evento.
7.9. As Instituições proponentes do evento não se responsabilizarão pelo transporte dos atores ou cenário.
7.10.Caberá à Comissão Organizadora do evento acompanhar a montagem do palco, respeitando as propostas dos diversos participantes, bem como o espaço indicado pela comissão.
7.11. É obrigação do participante cumprir o tempo estipulado para a execução da música.
7.12. É de responsabilidade da Comissão Organizadora estabelecer a seqüência de execução das peças.
7.13. A inscrição efetuada implica a plena aceitação de todas as condições nos termos deste regulamento.
A Federação de Teatro de Roraima (Fetearr) foi criada em 2007, unindo seis grupos, e hoje reune quatro grupos com personalidade jurídica e dois em processo de regularização: : Criart Teatral, Cia. Arteatro, grupo A Bruxa tá Solta, grupo Malandro é o Gato, Reverbel (do município de São João da Baliza) e Locômbia Teatro de Andanzas. A nossa meta é fortalecer a dramaturgia roraimense e ampliar as opções de cultura e lazer da comunidade.
Entre em contato conosco: teatro.roraima@gmail.com e fetearr@gmail.com
Selecionado para a Mostra Picuá de Literatura 2025
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Picuá de Cinema e Literatura, com o texto “Quando o fim chegar”, escrito há
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